Por volta de 2010 começou o declínio. A atividade desportiva foi desaparecendo e, nos anos seguintes, houve momentos de mais estabilidade e outros de mais fragilidade. O que não mudou foi a falta de desporto.
O clube não fechou portas. Em 2019, os sócios mais antigos voltaram a assumir a gestão: estabilizaram as contas e o bar, e a sede voltou a ser, para muitos, uma segunda casa, com tardes de sueca, rami e dominó. Foi uma fase de resistência, de manutenção e de preservação.
É sobre essa base que o clube está a ser reconstruído. Contamos o interregno porque faz parte da história, e porque é dele que o clube está a sair.
Fonte · Plano de Atividades e Orçamento 2026
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